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Jovens regressam ao Cartaxo para instalar projeto empresarial

Presidente da Câmara visitou empresa do ramo alimentar que criará cinco postos de trabalho diretos até final de 2019 e quer ter nos fornecedores locais os seus principais parceiros de produção.

 
Em fase final de instalação, a Rara, Lda. vai iniciar laboração em março, e tem como atividade principal a fabricação de massas alimentícias frescas de elevada qualidade.
Para além do fabrico de produtos diferenciados, a Rara quer penetrar em novos mercados internacionais, ganhar espaço de mercado no canal HORECA, que abrange os estabelecimentos de hotelaria, restauração e cafetaria. 
A empresa já realizou mais de 280 mil euros de investimento de um total previsto de 350 mil euros e nos próximos três a quatro anos prevê aumentar para dez, os postos de trabalho diretos – quatro deles para trabalhadores de formação superior.

 
Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo visitou, no dia 18 de janeiro, a empresa Rara, Lda., que está em fase final de instalação na cidade do Cartaxo. O autarca foi recebido por um dos sócios da empresa, Alexandre Ramos, jovem que regressou ao Cartaxo – onde residiu desde os treze anos e até ingressar no ensino superior –, para desenvolver o projeto ao lado de Carola Ragusa.

A importância do projeto empresarial que “alia à criação de postos de trabalho diretos e indiretos no concelho, a reabilitação de espaço urbano”, ganha especial relevância para o autarca “por ser desenvolvido por dois jovens, que residiram no concelho do Cartaxo, saíram para estudar e ganhar experiência profissional e agora regressam ao concelho para instalar um projeto empresarial que envolve o fabrico de produtos de elevado valor acrescentado”. 

Alexandre Ramos destacou entre as principais razões para escolher o Cartaxo para sede da Rara, o facto de o concelho “estar integrado na Região Alentejo, para efeitos de fundos comunitários, o que nos permitiu candidatar o projeto ao Portugal 2020, assegurando financiamento essencial à concretização da empresa”, a par da “possibilidade de nos instalarmos num espaço de que já éramos proprietários, reabilitando-o e dando-lhe uma vida nova”.

A centralidade do Cartaxo em relação a todo o território nacional, as vias de acesso para transporte rodoviário e ferroviário, a par da “proximidade a Lisboa, que enquanto mercado de consumo e enquanto plataforma de internacionalização, é essencial para o desenvolvimento e crescimento da empresa”, foram as principais razões que levaram Alexandre Ramos e Carola Ragusa, a escolher o Cartaxo para a instalação da Rara.

Com início de produção previsto para março deste ano, a empresa já executou cerca de 280 mil euros do investimento total previsto, que é de 350 mil euros. A Rara já criou três dos dez postos de trabalho diretos que quer criar nos próximos três a quatro anos, e prevê chegar ao fim de 2019, com mais dois postos de trabalho ocupados.
 
Jovens regressam ao Cartaxo para desenvolver projeto empresarial
Alexandre Ramos tem 35 anos e habilitações académicas de mestre em engenharia civil. Com experiência profissional como consultor técnico em equipamentos industriais. O seu envolvimento no projeto estará focado essencialmente nos processos com vista a obter as melhores capacidades produtivas da empresa com vista à máxima eficiência. Para maior sucesso do projeto e conhecimento do sector, frequentou formações e estágios relacionados com a produção de massa fresca em ambiente industrial e artesanal em Roma, Itália.

Carola Ragusa é italiana, tem 37 anos, reside em Portugal há 18 anos, detém licenciatura em educação e atualmente é professora do 1º ciclo no Liceu Francês Charles Lepierre. Tem também formação em filosofia, alimentação, medicina macrobiótica e curso de permacultura, além de experiência em restauração como proprietária e responsável de gestão e cozinha. As principais funções de Carola no projeto estão relacionadas com a seleção das matérias-primas, criação de receitas e elaboração/experimentação do produto final, dado que as suas habilitações e experiências são relevantes para estes procedimentos. É também de salientar que a experiência dos seus familiares no fabrico de massa fresca é um importante contributo para o projeto, bem como a sua experiência profissional – a jovem empresária já trabalhou na Europa, África e América do Sul, estando familiarizada com culturas e costumes que enriquecem o seu conhecimento e possibilitam o fabrico de produtos diferenciadores e adequados às necessidades dos diversos segmentos de mercado.

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