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Cafécop instala-se no Valleypark

Cafécop atua na área de Vending, nasceu em 2002 e cresceu de modo sustentado – cerca de 20% ao ano. Em 2018, tem como objetivo crescer um pouco acima dos 30%, valor que se confirma no volume de negócios já consolidado no primeiro trimestre.


• Frederic Alcaraz fundador da Cafécop, gere a empresa com o apoio da família, dá emprego a 64 pessoas e prevê criar mais 36 postos de trabalho diretos no concelho do Cartaxo, ou seja, vai chegar ao final de 2018 com cerca de 100 trabalhadores. Em resultado do investimento de cerca de 1 milhão de euros no Valleypark, vai poder expandir o negócio.

• Instalada no Cartaxo, com um segundo armazém no Fundão, a empresa vai transferir, em janeiro de 2019, a sede social de Lisboa para o Cartaxo para beneficiar da “possibilidade de estando no Cartaxo, poder aceder a fundos comunitários, o que com sede em Lisboa estaria fora de questão”.

• As obras vão ter início no segundo trimestre de 2019 e a empresa quer estar instalada no Valleypark antes do final do ano – a transferência da sede social para o Cartaxo vai estar concluída em janeiro de 2019. 

• Instalação no Valleypark responde a duas fases de crescimento – expansão da distribuição, numa primeira fase, e início de transformação e embalamento de produtos, numa segunda fase.

• Localização de excelência permite responder aos desafios de crescimento da empresa:

            · O   acesso a financiamento comunitário para projetos de expansão, por o Cartaxo estar integrado na NUTS II - Alentejo e ser considerado região de convergência, permite à empresa usufruir de benefícios únicos;

             · A   proximidade à área metropolitana de Lisboa – onde se localizam 80% dos clientes e na qual quer ganhar quota de mercado –, permite ganhos na gestão de clientes e controlo de processos de logística;

             · A   localização geográfica central, junto ao Nó de Acesso à A1 e ligação à A23 – a empresa tem uma delegação no Fundão que dá resposta a clientes desde a Guarda até Abrantes –, permite proximidade da sede à área de residência dos trabalhadores, maioritariamente residentes no concelho do Cartaxo.


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Cafécop, Lda., empresa de Vending instalada no Cartaxo, mas com sede fiscal em Lisboa, escolheu o Valleypark – Parque de Negócios do Cartaxo para executar o seu projeto de expansão de negócio – novas instalações e mudança de sede fiscal para o concelho, estarão concluídas em 2019. 

O contrato-promessa de compra e venda, que conclui o processo de decisão que levou Frederic Alcaraz, fundador e proprietário da Cafécop, a optar pela instalação no Valleypark, foi assinado na tarde de hoje, dia 4 de junho, em sessão pública que decorreu na Câmara Municipal do Cartaxo. 

 O empresário apontou a localização do Parque de Negócios como a principal razão para a decisão que tomou – “o Valleypark oferece condições de enorme importância para a gestão do nosso negócio, tanto quanto para o crescimento e expansão da empresa” –, referindo-se quer à proximidade à área metropolitana de Lisboa, quer ao Nó de Acesso à A1 e ligação à A23, quer ao facto de o Cartaxo, do ponto de vista de classificação regional para acesso a fundos comunitários,  estar integrado na NUTS II Alentejo, “estar no Valleypark permite concorrer a fundos comunitários, apresentando projetos de investimento para expansão do negócio, que em Lisboa estariam fora de questão”, afirmou Frederic Alcaraz.

Para a Cafécop “a proximidade à zona metropolitana de Lisboa é essencial para a gestão do negócio que desenvolvemos”, explicou o empresário. “A empresa nasceu no Cartaxo, temos 64 trabalhadores que aqui residem, que iniciam o seu trabalho cerca das quatro da manhã, saem do nosso armazém para 21 rotas de distribuição e 80% dos nossos clientes estão em Lisboa”, pelo que – “ter a sede da empresa no Cartaxo, a 30 ou 40 minutos dos nossos clientes, permite-nos manter todos os postos de trabalho que temos no Cartaxo, porque os trabalhadores têm de residir perto da sede”, para além “dos ganhos de eficácia e eficiência em termos de gestão de clientes, de recursos humanos e de logística”, o que é uma necessidade ainda mais premente “pelo crescimento que temos como objetivo, já para 2018”, afirma o empresário que refere –“até final do ano deveremos crescer um pouco acima dos 30% de faturação e criar mais 36 postos de trabalho diretos”.

A localização geográfica traz ainda à empresa “a vantagem de estar mesmo ao lado do Nó de acesso à A1”, o que facilita o acesso a todo o país – “a partir do armazém no Cartaxo damos hoje resposta a uma área que vai de Abrantes até Setúbal”, enquanto a segunda delegação da empresa, um armazém no Fundão, “responde aos clientes localizados de Abrantes, até à Guarda. A proximidade à A23, também é essencial para consolidarmos a nossa carteira de clientes naquela região”.

Na assinatura do contrato para a instalação da empresa, que foi firmado entre Frederic Alcaraz, José Eduardo Carvalho e Pedro Magalhães Ribeiro, o presidente da Câmara Municipal do Cartaxo afirmou a convicção de que “o dia 31 de maio de 2017 assinalou um marco que teve a maior relevância no futuro do concelho e da região”. 

Para o autarca, a possibilidade de “se poder iniciar a comercialização da Área de Localização Empresarial, foi talvez a notícia mais importante para o Cartaxo nos últimos 20 ou 30 anos. Foi um dos dias mais importantes do mandato anterior, que terá repercussões estruturais no desenvolvimento do concelho”, referindo-se ao dia em que foram apresentadas as condições de comercialização de lotes. 

A instalação da Cafécop, com a assinatura do contrato-promessa “um ano depois, mostra que a solução para os problemas foi difícil, mas era essencial e urgente para o desenvolvimento económico concelho e da região, tanto quanto para as empresas que aqui vão encontrar uma localização privilegiada”.

Empresa familiar com crescimento sustentado tem projeção nacional
A Cafécop foi fundada em 2002 por Frederic Alcaraz. Sozinho, com apenas uma máquina de distribuição, o empresário de origem francesa, residente na Ribeira do Cartaxo, fez nascer a empresa familiar que hoje gere com o apoio da família e para cuja administração conta com o contributo do filho Benoit Alcaraz.

Da primeira e única máquina de vending com a qual iniciou o negócio, às mil e duzentas unidades que hoje detém numa área geográfica que vai da Guarda a Setúbal, passando pelas 27 carrinhas que dão resposta a 21 rotas de distribuição, asseguradas por 64 trabalhadores – há uma história de sucesso, alicerçada em 16 anos de muito trabalho e esforço partilhado com a família e com as colaboradoras e colaboradores da Cafécop. 

Frederic Alcaraz ainda encontra alguma dificuldade em expressar-se em português, mas o sotaque francês que mantém, nada diz sobre o orgulho visível de viver e trabalhar no Cartaxo, de a Cafécop ter nascido no Cartaxo, de grande maioria dos seus trabalhadores aqui residirem e de querer manter e fazer crescer os postos de trabalho no concelho. As contas da Cafécop mostram um crescimento contínuo e sustentado ao longo dos anos – como exemplo, Frederic Alcaraz dá conta dos resultados de faturação dos últimos três anos, que sabe de cor, porque conhece o negócio como a palma da sua mão. O negócio que fez nascer e quer ver crescer e expandir-se, faturou, em 2015, 1 milhão e 500 mil euros, em 2016, 2 milhões e 35 mil euros, em 2017, 2 milhões e 700 mil euros. 

O empresário continua a trabalhar para que em 2018, o crescimento da Cafécop seja ainda mais claro – prevê 3 milhões e 600 mil euros de faturação e mostra-se seguro de que o objetivo vai ser alcançado, pelo menos assim lhe mostram os resultados obtidos até à data, que lhe permitem prever que “talvez cheguemos um pouco mais longe”.

A decisão de investir no Parque de Negócios do Cartaxo foi tomada depois de avaliadas outras opções, incluindo a deslocalização para Lisboa, onde a Cafécop tem 80% dos seus clientes, mas Frederic  Alcaraz entendeu que a localização quer geográfica, quer para efeitos de acesso a fundos comunitários, seria fator essencial para que a empresa pudesse crescer e expandir-se, como ambiciona.  

No final de 2018, o empresário espera poder contar com quase quatro dezenas de novos trabalhadores.  Instalado no Valleypark e concluídas com sucesso as duas fases de expansão que prevê executar no prazo de dois anos, o número de postos de trabalho diretos será ainda maior. Nesta primeira fase, com as obras a iniciarem-se no próximo mês de abril ou maio, está seguro de que até ao final de 2019, vai ter escritórios e distribuição a funcionar no Parque de Negócios do Cartaxo. 

Quanto à expansão para a transformação e embalamento, Frederic Alcaraz mostra-se cauteloso, já que esta será a segunda fase de crescimento que tem prevista e sobre a qual ainda não quer adiantar muito, além da certeza de que vai acontecer daqui a cerca de dois anos. Mas o facto de ter preparado a Cafécop para estar pronta quer para a legislação de fiscalização que está ainda para ser aprovada em Portugal, antecipando-a, quer para poder apresentar-se a qualquer concurso público, garantindo que já possui a certificação máxima disponível para o setor, ou que a inovação no serviço ao cliente, quer em métodos inovadores de pagamento, quer no que respeita à qualidade dos produtos disponibilizados, é uma preocupação constante na empresa, mostram que a Cafécop quer continuar a crescer, a conquistar mercado e reputação, apresentando-se como uma empresa inovadora no seu setor e capaz de diversificar a sua atividade. 

Estas são algumas das características que a Cafécop exibe e lhe garantem, atualmente, uma carteira de clientes invejável, que vai do setor privado, ao setor público – no qual conta com a maioria dos hospitais centrais de Lisboa e mais de 24 estabelecimentos de ensino universitário.

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