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Travessa da Reboleira reabre em segurança

Câmara Municipal do Cartaxo realizou coercivamente as obras que permitiram reabrir a Travessa da Reboleira.

• Arruamento no centro da cidade do Cartaxo foi encerrado na sequência de vistorias de verificação de condições de segurança e salubridade, efetuados pelos serviços responsáveis.

• Processo de tomada de posse administrativa dos três prédios em causa, permitiu a realização de obras que custaram cerca de 12 mil euros ao município, que deverá ser ressarcido deste valor.​

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A Divisão de Ambiente e Obras e Equipamentos Municipais terminou esta semana as obras de demolição e reparação que permitiram, no dia 19 de dezembro, a reabertura da Travessa da Reboleira, depois desta via ter sido encerrada e de um processo de tomada de posse administrativa dos prédios, que envolveu vários serviços municipais.
 
A Câmara Municipal “viu-se obrigada a intervir perante a falta de condições de segurança e salubridade pública, que os edifícios apresentavam”, encerrando a travessa ao trânsito no início do ano. Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo assegurou que “o esforço dos serviços municipais para que a travessa pudesse ser reaberta o mais cedo possível, foi enorme”, lembrando que estiveram em causa intervenções “em três edificações diferentes, de dois proprietários diferentes”.
 
Explicando o processo que levou à realização coerciva das obras necessárias à reposição das condições de segurança, o presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, considerou que o encerramento da Travessa se “prolongou por muito mais tempo do que gostaríamos, mas o município não pode intervir sem que todos os procedimentos legais e técnicos, com os prazos que temos de respeitar, estejam cumpridos”.
 
A importância da “Travessa da Reboleira para a circulação rodoviária no centro da cidade do Cartaxo, a par do perigo para pessoas e veículos, que o estado das edificações representava, mais do que justificam o investimento” referindo-se a cerca de 12 mil euros, que o município assumiu e pelo qual os proprietários privados serão responsabilizados.
 
As obras incluíram demolição de partes da cobertura e estrutura de suporte em madeira ainda existentes, assim como de parte dos paramentos confinantes com a via pública que ameaçavam ruir, proteção do topo das paredes com telha cerâmica e argamassa de areia e cimento para evitar infiltrações nas estruturas ainda existentes  e novo perigo de derrocada, reparação e conservação do reboco existente, pintura dos troços de parede que vedam as propriedades e encerramento eficaz dos vão de iluminação e de acesso.
 
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