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Teatro - Ai Jesus que se Apagou a Luz

A Área de Serviço estreia a hilariante comédia negra de Peter Schaffer, no Centro Cultural do Cartaxo.

 
Estreia – 20 de abril – 21h30
Dias 21, 27 e 28 de abril – 21h30 
Dia 22 de abril – 16h.00 
 
Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço volta a levar à cena uma grande cmédia, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escuras, quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!
 
Sinopse
O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objetivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos.

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro (Dick), Humberto Madeira e Raul Solnado (David Corringe), Barroso Lopes (Coronel Melkett), Fernanda Borsatti (Miss Furnival), Henriqueta Maya e Júlia Babo (Sandra), Luis Pinhão (Shupanzing), Manuela de Freitas (Carol Melkett), o espetáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

 
 
 

AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ
Centro Cultural do Cartaxo
Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo, Mónica Coelho e Paulo Cabral.

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Conceção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio |  Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo 

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

M/6
Bilhetes: 5€ 

Informações: (+351) 243 701 600 ou ccultural@cm-cartaxo.pt [horário da bilheteira - 4.ª e 5.ª feira das 15h00 às 20h00, 6.ª e sábado das 15h00 às 22h00. Em caso de eventos agendados ao domingo, a bilheteira funciona das 15h00 às 19h00]