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MUSEU RURAL E DO VINHO DO CONCELHO DO CARTAXO
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SERVIÇOS: Visitas guiadas, loja, centro de documentação e um serviço de restauro » (ver mais)
HORÁRIO: Terça a Sexta-Feira: 10h30 - 12h30 e 15h -17h30 Sábados, Domingos e Feriados: 9h30 - 12h30 e 15h - 17h30
CONTACTOS: Telefone 243 701 257 Fax 243 702 641 Email museu@cm-cartaxo.pt |

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» I Congresso Ibérico dos Museus do Vinho
Abertura do Congresso
» Conversas na taberna
"Conversas na Taberna" é uma iniciativa lançada pelo Museu Rural e do Vinho e que se traduz na realização de sessões informais, na taberna tradicional, nas quais marcam presença cartaxeiros, convidados a recordar o passado do concelho. As sessões realizam-se nas últimas quartas-feiras de cada mês e têm como objectivos fundamentais a preservação das tradições locais, a dinamização do museu e a valorização do projecto Cartaxo - Capital do Vinho.
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40.ª edição | |
Pedro Gil na 40.ª Conversa na Taberna “Não tenho dúvidas de que o sector agro-industrial e o turismo são uma solução para combater a crise” |
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O enólogo e vereador Pedro Gil foi o convidado da 40.ª edição das Conversas na Taberna, que decorreu no dia 25 de Janeiro, no Museu Rural e do Vinho. Uma conversa que trouxe ao presente memórias de outros tempos, mas também apreciações sobre a realidade de um território que tem muito para oferecer a quem o visita.
Pedro Gil – casado e pai de quatro filhos – divide hoje o seu tempo entre o laboratório da Adega Cooperativa do Cartaxo e o gabinete da Câmara Municipal. Enólogo e vereador – duas funções que exigem responsabilidades distintas, mas que se guiam por princípios idênticos e que conduzem, essencialmente, à valorização das potencialidades do concelho. |
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25 Jan. 2012 |
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39.ª edição | |
Marco Chagas na 39.ª Conversa na Taberna A vitória veste-se de amarelo |
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O ciclista Marco Chagas, quatro vezes vencedor da Volta a Portugal, foi o convidado da edição n.º 39 das Conversas da Taberna, que se realizou no dia 30 de Novembro. Uma vida dedicada à modalidade e recheada de vitórias – foram 74 os títulos conquistados pelo ciclista natural de Pontével.
Há 50 anos, o Natal não era propriamente sinónimo de um sapatinho carregado de presentes. O homem das barbas brancas era um conceito que vagueava apenas no imaginário de alguns e que, ainda assim, satisfazia os desejos de uma pequena minoria das crianças. Hoje tudo é diferente. O Pai Natal não tem mãos a medir, tal é a quantidade de moradas que constam no roteiro do trenó na noite de consoada. |
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30 Nov. 2011 |
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38.ª edição | |
Manuel Jorge de Oliveira na 38.ª Conversa na Taberna “A tauromaquia é uma grande escola de vida” |
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Manuel Jorge de Oliveira é considerado um dos grandes cavaleiros tauromáquicos de Portugal. Depois de cerca de 30 anos de intensa actividade a tourear na arena, passou a dedicar-se à equitação, dando aulas na sua quinta do Cartaxo e um pouco por toda a Europa. Manuel Jorge de Oliveira foi o convidado da edição n.º 38 das Conversas da Taberna, realizada no dia 26 de Outubro.
O gosto aguça o engenho. Dir-se-ia até que a persistência e o empenho fazem o artista. E a sabedoria é uma ciência que se adquire com base na riqueza das vivências do dia-a-dia. Desde pequeno que Manuel Jorge de Oliveira admirava a beleza da arte equestre. Sobretudo a cumplicidade que se poderia criar entre o homem e o cavalo. E se fosse numa arena, enfrentando o olhar do touro, tanto melhor. |
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26 Out. 2011 |
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37.ª edição | |
Luísa Pato na 37.ª Conversa na Taberna “O maior património da nossa vida são as recordações” |
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Luísa Pato, natural do Cartaxo, engenheira civil de profissão, que ao longo dos anos tem desempenhado um papel de relevo na vida comunitária do concelho, pelo seu trabalho como autarca e como dirigente de uma instituição de solidariedade social, foi a convidada da 37.ª Conversa na Taberna, que decorreu no dia 28 de Setembro, no Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo.
De menina grande a grande mulher. A distância é curta. Luísa Pato foi uma menina acarinhada e boa aluna. Foi uma jovem irreverente e lutadora. Hoje é uma mulher afortunada. Por ter causas para defender, por acreditar nos sonhos e nas pessoas que a rodeiam. Continua com “um grande mau feitio”, mas em contrapartida, não perdeu a alegria e a espontaneidade.
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28 Set. 2011 |
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36.ª edição | |
PAULO CALDAS NA 36.ª CONVERSA NA TABERNA “Felizmente consegui atingir os meus objectivos, defendendo sempre aquilo em que acreditava”
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Paulo Caldas, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, economista, cartaxeiro de alma e coração, inaugurou no dia 31 de Agosto uma nova etapa das Conversas na Taberna, dedicada à juventude. Após três anos de tertúlias que permitiram retratar mais minuciosamente os ofícios tradicionais e recordar tradições e histórias antigas, o Museu Rural e do Vinho pretende agora dar a voz aos jovens, registando a sua visão sobre o concelho, as suas experiências de vida e expectativas quanto ao futuro.
É conhecido na praça pública como um político ambicioso e determinado, que ao longo dos últimos 12 anos como autarca, quis transformar o concelho do Cartaxo num centro de qualidade de vida, criando infra-estruturas que iam ao encontro das necessidades da população e acessibilidades que “encurtassem a distância” entre este território rural e a grande metrópole, facilitando as vias de comunicação – sociais, culturais e económicas. |
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31 Ago. 2011 |
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35.ª edição | |
FAUSTINO DA MATA NA 35.ª CONVERSA NA TABERNA "Perdi muitas oportunidades, mas nunca fui oportunista" |
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Uma vida dedicada ao trabalho e ao associativismo. Faustino da Mata lutou sempre por concretizar os seus sonhos, tanto na vida profissional, como na pessoal. E ainda lhe sobra tempo para pensar na comunidade, ocupando parte da sua vida com o associativismo. Faustino da Mata foi o convidado da última edição das Conversas na Taberna, no dia 29 de Junho.
As oportunidades não são obra do acaso. As oportunidades constroem-se. Muitas bateram à porta de Faustino da Mata, mas só algumas o ajudaram a concretizar os seus sonhos. |
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4 Jul. 2011 |
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34.ª edição | |
MARIA DO AMPARO BAIOA NA 34.ª CONVERSA NA TABERNA “Há lugares que deixam saudade” |
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Em Moçambique ganhou, em Moçambique perdeu. Foi em terras africanas que a vida de Maria do Amparo Baioa ganhou um novo rumo, mas tudo acabou por perder. Com a esperança no horizonte, recomeçou tudo de novo no Cartaxo. A história foi contada na primeira pessoa, na última edição das Conversas na Taberna, no dia 25 de Maio.
A palavra “desistir” não entra no dicionário de Maria do Amparo Baioa. Ultimamente, tem sido mais o vocábulo “saudade” que mais lhe apetece pronunciar. |
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25 Mai. 2011 |
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33.ª edição | |
Rafael Periquito na 33.ª Conversa na Taberna A VIDA É FEITA DE ENCONTROS E DE DESPEDIDAS |
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Nascer e morrer são "dois lados da mesma viagem". Rafael Periquito, de 66 anos, tem uma vida cheia, não só de alegrias, mas também de algumas tristezas. Às suas amarguras junta ainda as dos outros. São ossos do ofício. Foi o trabalho de agente funerário e de marceneiro que trouxe à 33.ª Conversa na Taberna, realizada no dia 27 de Abril.
Quando se dá a hora da partida, cada um segue o seu caminho. Rafael Periquito tem o seu trilho já bem traçado. Sabe de cor o que fazer, sem que os sentimentos o assolem. Os anos dedicados a levar os que partem até à sua última morada fazem deste momento – para tantos difícil de enfrentar – uma prática comum, uma rotina de trabalho. |
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27 Abr. 2011 |
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32.ª edição | |
ROSA NEVES NA 32.ª CONVERSA NA TABERNA Uma mulher que nunca virou as costas ao trabalho |
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Rosa Neves é uma mulher cheia de força, que sentiu no corpo o quanto custa ganhar a vida. Hoje é conhecida por ser a proprietária da última taberna do Cartaxo. Foi ela quem deu voz à 32.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 30 de Março, no Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo.
“Há sempre alguém que resiste”. Maria da Rosa Neves manteve-se sempre de pé e de cabeça erguida ao longo da sua vida. Nada lhe caiu nas mãos sem que para isso não tivesse de trabalhar duramente. Nunca virou costas à enxada. Quando o trabalho dobrava na vacaria, não reclamava. Se à uma da manhã um cliente interrompia o seu descanso e batia à porta da taberna porque queria beber um copo, recebia-o de sorriso na cara. |
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30 Mar. 2011 |
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31.ª edição | |
LUCÍLIA CONDE NA 31.ª CONVERSA NA TABERNA Uma casa portuguesa, com certeza |
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É conhecida pela Taberna da Cila, fica em Pontével e ainda preserva as características típicas deste tipo de espaços. Foi aí que decorreu a 31.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 23 de Fevereiro. Quem lhe deu voz foi Lucília Conde, que há mais de seis décadas se mantém atrás do balcão.
A casa que outrora recebia gente a toda a hora perdeu grande parte da sua vivacidade. Era gente que passava a porta para dois dedos de conversa, mas, sobretudo, para aquecer a alma com um bom tinto tirado directamente da cartola. Era ponto de encontro habitual de homens, que antes de irem de manhã cedo para o campo iam “matar o bicho” e no final do dia passavam a beber uns “penaltis” antes do regresso a casa. |
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22 Fev. 2011 |
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30.ª edição | |
JOSÉ CHAVES NAS CONVERSAS NA TABERNA Um percurso talhado bem à sua medida
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No dia 26 de Janeiro, falou-se de corte, costura e agricultura na 30.ª edição das Conversas na Taberna. A voz que deu corpo a esta conversa foi a de José Chaves, de 82 anos, natural de Valada.
José Chaves tinha nas mãos a delicadeza e o rigor que muito contribuíam para a elegância dos homens dos anos 50 e 60. Requinte e exclusividade eram conseguidos através das mãos ágeis dos alfaiates, que transformavam os tecidos em fatos feitos à medida e talhados ao gosto de cada um. |
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26 Jan. 2011 |
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29.ª edição | |
José Raposo na 29.ª edição das Conversas na Taberna “Se não for a tradição, nada nos motiva na vida”
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José Raposo é um homem de palcos. Habituado a assumir diferentes papéis, vai mudando de personagem, mostrando ao país facetas que não são propriamente as suas. Longe dos cenários do teatro e do grande ecrã, as Conversas na Taberna permitiram descobrir José Raposo, no dia 23 de Novembro.
Um homem simples, divertido, próximo das pessoas. Da televisão para a mesa do Museu Rural e do Vinho pareceu um passo tão acessível quanto o seu diálogo, natural e modesto.
O actor que todos conhecem do teatro e da televisão nasceu em Angola, mas sempre manteve uma ligação forte com o concelho do Cartaxo, especialmente com Pontével, terra natal dos seus avós paternos. |
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23 Nov. 2010 |
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28.ª edição |
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Manuel Barros na 28.ª edição das Conversas na Taberna Mãos que trabalham, ideias que dão fruto
Manuel Barros foi o convidado das Conversas na Taberna do mês de Outubro. Na sua viagem pelo passado, falou dos tempos áureos de agricultor – onde o vinho assumia um papel preponderante – e dos 21 anos em que foi autarca. No intervalo das duas funções, havia ainda tempo para o associativismo.
Manuel Barros fala da sua vida com orgulho, mas sem vaidades – ainda que motivos não lhe faltem para que lhe perdoássemos alguma imodéstia. Mas não. Prefere a humildade, essa postura que enobrece os homens.
Se de uma peça de teatro se tratasse, a vida de Manuel Barros poderia ser dividida em três actos: o vitivinicultor que tudo deve à riqueza da terra; o autarca que contou seis mandatos à frente dos destinos de uma freguesia; o dirigente associativo dinâmico, que criava e “salvava da crise” as instituições locais.
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27 Out. 2010 |
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27.ª edição | |
José Lameira na 27.ª edição das Conversas na Taberna O DINHEIRO QUE DEFINE UMA TERRA |
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Foi uma conversa com um bancário onde não se falou apenas de dinheiro. No dia 29 de Setembro, na Taberna do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo, recordou-se o ambiente económico, rural e social do Cartaxo influente dos anos 60 e 70.
Do lugar ocupado nos diferentes bancos financeiros por onde passou, José Lameira recorda com mais saudades o contacto com as pessoas, sobretudo os laços criados nos primeiros anos da sua carreira. |
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29 Set. 2010 |
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26.ª edição | |
SILVINO XARANA, NA 26.ª EDIÇÃO DAS CONVERSAS NA TABERNA Histórias de um rio que tudo leva e tudo traz |
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O pescador Silvino Xarana sentou-se à mesa da taberna do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo, no dia 26 de Agosto, e recordou o tempo em que era no rio Tejo que muitos encontravam o seu meio de subsistência.
O Tejo era o seu mundo. O barco a sua casa. O peixe o seu sustento. Vivia-se assim nas águas calmas da Vala Real e do Rio Tejo, deslizando ao sabor do tempo, sentindo uma quietude que apaziguava a alma e os sentidos. |
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26 Ago. 2010 |
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25.ª edição | |
Ramiro Vergas, na 25.ª edição das Conversas na Taberna Uma vida construída a partir de "pequenos nadas" |
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Ramiro Vergas foi o convidado da 25.ª edição das Conversas na Taberna, que decorreu no dia 30 de Junho, como habitualmente, na taberna do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo.
Lutar por aquilo que se gosta. Nunca gastar mais do que se ganha. Construir para mais tarde poder aproveitar. São algumas das chamadas "frases feitas", que se lançam por vezes no meio de conversas banais. Quando recomendadas a outros, não chateiam, nem ofendem. Só quem as segue à risca parece dar-lhes a devida importância. |
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30 Jun. 2010 |
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24.ª edição | |
SIMPLESMENTE VITOR VARELA |
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"O presente não se constrói sem o passado, e o futuro só com o passado e o presente se alcança". Esta é uma das frases preferidas de Vitor Varela, e é nela que encaminha a sua vida e a devoção ao trabalho que desenvolve.
Inspirado nesta expressão, divide os seus 62 anos de vida em três fases. Vida em Lisboa, vida em Moçambique e, por fim, a vida no Cartaxo. |
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26 Mai. 2010 |
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23.ª edição | |
LUÍS RAMOS - O "REI" DOS JOANICAS |
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O único armazenista de vinhos do concelho do Cartaxo foi o convidado da 23.ª edição das Conversas na Taberna. Luís Ramos, de 82 anos, foi ao longo de mais de 50 anos um dos grandes impulsionadores dos Joanicas e a ele se deve a qualidade que sempre prestigiou os néctares desta sociedade.
É ao vinho que Luís Ramos deve muitas das grandes emoções da sua vida. Para este homem, o néctar de que falamos significa mais do que uma marca de um concelho, mais do que uma presença assídua numa mesa, mais do que a principal fonte de um negócio que ajudou a construir e a fazer crescer. Para este homem, o vinho significa qualidade, significa luta constante, significa vitória. |
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28 Abr. 2010 |
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22.ª edição | |
JOSÉ CALISTO NA 22.ª EDIÇÃO DAS CONVERSAS NA TABERNA
Um verdadeiro bairrista com "uma visão que se estende para lá da Lapónia" |
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José Calisto foi campeão nacional de atletismo, proprietário de um restaurante que ganhou fama no concelho e na região e hoje é dono de um bar e presidente da Casa do Povo de Pontével. Algumas das aventuras que preenchem a sua vida foram contadas, com uma boa dose de boa disposição, na 22.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 31 de Março.
Uma boa história tem de conter muita emoção, algum suspense, uma boa carga de aventura e um pouco de humor à mistura. Encontramos habitualmente boas histórias nos livros e nos filmes, mas não tão facilmente na vida real. E porquê, perguntamos nós?
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31 Mar. 2010 |
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21.ª edição | |
FERNANDO GUAPO RIBEIRO, NA 21.ª EDIÇÃO DAS CONVERSAS NA TABERNA
"Eu era o chefe, mas com respeito"
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O ensino dominou as Conversas na Taberna do dia 24 de Fevereiro. O professor que foi director do Colégio Marcelino Mesquita durante mais de 50 anos foi convidado a abrir o livro sobre a história deste estabelecimento, considerado uma referência na região.
Se Fernando Guapo Ribeiro tivesse de escolher uma só palavra do imenso vocabulário português para classificar a conduta humana, não hesitaria em apontar a "disciplina". Este é, aliás, o vocábulo que mais pronuncia quando fala de ensino, das escolas, da juventude.
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25 Fev. 2010 |
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20.ª edição | |
HENRIQUE SANTOS SILVA, NA 20.ª EDIÇÃO DAS CONVERSAS NA TABERNA Uma vida cheia de pormenores
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Desde as brincadeiras em Cabo Verde, passando pelas vivências académicas de Coimbra e depois pela ruralidade da então vila do Cartaxo, o médico analista Henrique Santos Silva proporcionou uma rica viagem ao passado, no dia 27 de Janeiro, na 20.ª edição das Conversas na Taberna.
E se para fazer um simples hemograma fosse necessário uma hora? Se para fazer mais do que meia dúzia de análises à ureia não chegasse um dia de trabalho? Se a penicilina começasse agora a ser integrada nos primeiros fármacos?
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27 Jan. 2010 |
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19.ª edição | |
Rogério Coito, na 19.ª edição das Conversas na Taberna O HOMEM NÃO VIVE SEM HISTÓRIAS |
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O historiador Rogério Coito, de 72 anos, partilhou as suas memórias e as suas histórias no dia 30 de Dezembro, no decorrer da última edição das Conversas na Taberna do ano de 2009
O campo, a aldeia, a escola, a comunidade. Lugares e histórias. Recordações e saudades. É na pequena povoação da Ereira que nasce, em 1937, Rogério Coito.
Das lembranças mais antigas, recorda ainda muito vivamente acontecimentos que caracterizavam as vivências da sua terra, numa outra época ? numa época em que se vivia das senhas de racionamento, em que o café era adoçado com rebuçados, o pão era comprado a fiado e da bexiga do porco se fazia uma bola de futebol.
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30 Dez. 2009 |
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18.ª edição | |
Mourel Costa, na 18ª edição das Conversas na Taberna Aprender e ensinar ? assim se toca a vida |
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No dia em que os Bombeiros Municipais do Cartaxo completaram 73 anos de existência (25 de Novembro) o Museu Rural e do Vinho convidou para se sentar à mesa da sua taberna um cartaxeiro que se dedicou às adegas, aos lagares de azeite e às fanfarras.
Foi mais do que um "homem dos sete ofícios". A sua vida foi uma escola para si e para os outros. O interesse pela descoberta, a vontade de aprender, a dedicação que confiava, tanto aos trabalhos mais simples como aos mais complexos, fez dele um homem respeitado, sabedor das coisas, sem nunca deixar de ser sensível e humano.
"Nasci no Cartaxo, na Quinta do Rio da Ponte. Acabei de nascer, a minha mãe morreu. Começou logo aí o meu azar". Apesar dos infortúnios que tornaram a sua infância mais cinzenta, Mourel Costa nasceu com a habilidade nas mãos e com o método na cabeça. Nunca subestimou as suas capacidades. Estava ciente delas e decidido a aproveitá-las.
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25 Nov. 2009 |
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17.ª edição | |
Manuel Oliveira Pato - construtor civil É caso para dizer: isto é obra! |
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À mesa da taberna do Museu Rural e do Vinho sentou-se desta vez Manuel Oliveira Pato ? o construtor civil que mais edificações fez na cidade do Cartaxo. A sua vida foi contada na 17.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 28 de Outubro.
Ao longo da vida, cada um vai deixando as suas marcas. Uns de uma forma mais expressiva, outros de maneira mais modesta, todos constroem, conquistam, se aperfeiçoam.
Manuel Oliveira Pato construiu a sua vida alicerçada no trabalho e na família. Deixou obra feita, tanto visível, no espaço público, como outra menos mensurável, que enriqueceu aqueles que com ele conviveram, através da partilha de sabedoria, amizade e consideração.
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28 Out. 2009 |
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16.ª edição | |
Fernando Guedes é o comerciante mais antigo do Cartaxo e um "enólogo por afinidade" |
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Na 16.ª edição das Conversas da Taberna falou-se de vinhos, de comércio tradicional e de música. O comerciante mais antigo do Cartaxo foi quem se sentou à mesa da taberna, para partilhar experiências e algumas aventuras
É nesta altura em que o vinho ganha corpo e aperfeiçoa o seu sabor na adega que Fernando Guedes mais visitas faz aos seus clientes. O caminho que o leva a estas "oficinas" do néctar precioso do concelho do Cartaxo já foi muito mais fácil. Eram outros tempos, em que a sua ligeireza e habilidade lhe permitiam fazer o trabalho de laboratório até altas horas da noite.
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30 Set. 2009 |
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15.ª edição | |
A determinação e o empenho fazem o negócio |
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No dia 29 de Julho, o Museu Rural e do Vinho abriu as portas da sua taberna a Joaquim Marques, de 81 anos, naquela que foi a 15.ª edição das Conversas na Taberna
"Fui com 16 para Lisboa. A minha mãe e o meu pai arranjaram-me a mala. Não tiveram coragem de me ir levar à estação. Na Rua do Salitre fazia vento e eu fiquei sem forças, a segurar o colchão, que levava enrolado às costas. Aí chorei".
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29 Jul. 2009 |
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14.ª edição | |
Fazendo bem as contas à vida, há sempre lugar para os outros |
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À mesa das Conversas na Taberna sentou-se desta vez, no dia 24 de Junho, um técnico de contas, reconhecido também no Cartaxo pela dedicação ao voluntariado
Um homem que toda a vida lidou com a precisão e rigidez dos números e dos cálculos, encontrou no voluntariado e no associativismo a sensibilidade, o gosto de ajudar os outros, a vontade de fazer mais pela sua terra.
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24 Jun. 2009 |
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13.ª edição | |
Museologia não se aprende, sente-se |
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Desta vez, as Conversas na Taberna proporcionaram uma viagem pela área da museologia. António Nabais, director do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo, foi quem se sentou à mesa da taberna, no dia 27 de Maio, não para interpelar, como habitualmente, mas enquanto protagonista desta 13ª sessão.
Muitas vezes são as circunstâncias, e não as coincidências, que levam alguém a seguir um determinado caminho. Determinadas situações, conjunturas que nos atraem para um percurso que não está nem nunca pareceu estar no nosso horizonte, mas que, por imposição de uma força superior, seja ela qual for, nos empurram nessa direcção. |
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27 Mai. 2009 |
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12.ª edição | |
As "horas indeterminadas" de um ofício |
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Chama-se Joaquim Barrela e é um dos barbeiros mais antigos do concelho do Cartaxo. Com 83 anos, ainda mantém abertas as portas do seu estabelecimento, em pleno centro da cidade. Foi o convidado da 12.ª edição das Conversas na Taberna, que se realizou no dia 29 de Abril, no Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo.
Quando alguém traça o destino por nós, sem pedir licença, o mundo desaba. Adiam-se os sonhos, muitos deles para um horizonte bem longínquo, alimentam-se contrariedades, vive-se desmotivado. É assim a maioria das vezes, mas nem sempre.
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29 Abr. 2009 |
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11.ª edição | |
Um homem entre as flores |
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Na 11.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 25 de Março, o jardineiro Manuel Guerra sentou-se à mesa para contar histórias sobre a sua profissão e sobre o Cartaxo de outros tempos.
Às rosas e aos amores-perfeitos foi buscar a cor. Encontrou a beleza nos gladíolos e procurou o requinte nas estrelícias. Foi a harmonia desta perfeição que fez de si um homem respeitado no mundo da jardinagem. Manuel Guerra, 76 anos, fez dos jardins a sua vida. Dedicou-lhes todo o amor e o cuidado necessários para fazer nascer da terra as belas flores que prendiam o olhar do transeunte mais distraído.
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25 Mar. 2009 |
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10.ª edição | |
Um Homem da Terra por Inteiro |
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O agricultor e vitivinicultor Tomás Estêvão foi o convidado da 10.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 25 de Fevereiro
Tomás Estêvão, 82 anos, conhece os férteis campos de Valada como as palmas das suas mãos. Aquela imensidão de verdes e castanhos, que se estende ao lado do azul do rio Tejo, recebe o seu olhar desde a juventude. São planícies a perder de vista, que Tomás Estêvão quase sabe de cor. Habituou-se ao cheiro intenso desta terra, da qual não se consegue afastar. É como se estivesse cativo desta beleza natural, digna de constar em qualquer cartão de visita.
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25 Fev. 2008 |
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9.ª edição | |
Carlos Dias nas Conversas na Taberna |
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O que conta quem está do outro lado do balcão
No dia 26 de Novembro, o Museu Rural e do Vinho do Cartaxo voltou a abrir as portas da sua Taberna às gentes da terra, gentes que desde cedo abraçaram trabalhos e ofícios ligados ao vinho. Desta vez o taberneiro, Carlos Dias, saiu detrás do balcão e sentou-se à mesa da taberna para conversar.
Há locais que conseguem testemunhar verdadeiramente o ambiente de outras épocas. São refúgios raros, mas autênticos. Entre as suas quatro paredes, as características de um passado longínquo vão subsistindo, lutando contra um presente cada vez mais incerto, inquietante e, sobretudo, apressado, onde o tempo é contado ao segundo.
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26 Nov. 2008 |
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8.ª edição | |
Eduardo Polainas nas Conversas na Taberna |
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Mãos que não mentem na idade nem desmentem o que viveram
No dia 29 de Outubro as Conversas voltaram à Taberna do Museu Rural e do Vinho do Cartaxo, o convidado foi um tanoeiro - Eduardo Polainas.
Eduardo Polainas tem nas mãos as marcas de um "duro ofício" que praticou durante mais de 60 anos e no olhar a mágoa de uma vida cheia de contrariedades. Nascido e criado numa terra de vinhas e de grande produção de vinho, este cartaxeiro tinha 12 anos quando começou a lidar com aduelas, arcos de metal, plainas e compassos.
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29 Out. 2008 |
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7.ª edição | |
António Esteves na 7.ª edição das Conversas na Taberna |
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Histórias de um merceeiro da época dos tostões
Chama-se António Maximiano Esteves, mas é mais conhecido em Porto de Muge e em Valada por António Sabino. Este cartaxeiro nasceu a 12 de Junho de 1925 e passou grande parte da sua vida atrás do balcão de uma mercearia, situada na pequena aldeia de Porto de Muge. As suas recordações em relação à actividade de merceeiro e as contingências e algumas aventuras da época foram trazidas ao presente por António, no dia 30 de Julho, em mais uma edição das Conversas na Taberna.
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30 Julh. 2008 |
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6.ª edição | |
Museu do Cartaxo leva "Conversas na Taberna" à Calçada de S. Vicente |
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Tantas vezes Lisboa veio ao Cartaxo, que pelo seu vinho se apaixonou
Do Cartaxo a Lisboa é pouco mais de meia hora de viagem. Hoje é assim, graças às vias de comunicação terrestres que, de uma forma geral, permitem deslocações rápidas e cómodas entre os vários pontos deste nosso Portugal à beira mar plantado.
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25 Jun. 2008 |
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5.ª edição | |
João Miguel Morgado |
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Um viticultor apaixonado pelo néctar do Ribatejo
O gosto pelo vinho está intrínseco à sua própria vida. Aliás, foi "algo hereditário", que os seus cromossomas não ignoraram. Referimo-nos a João Miguel Morgado, um dos viticultores mais respeitados do concelho do Cartaxo e que foi o convidado da 5.ª edição das Conversas na Taberna, no dia 28 de Maio.
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28 Mai. 2008 |
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4.ª edição | |
Sapateiro Manuel Fialho nas Conversas na Taberna |
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As contrariedades de um ofício praticamente extinto
Foi na sapataria Soares, na Rua da República, que permaneceu até ao fim do ofício. Uma longa carreira que envolveu também o exercício da profissão por conta própria, durante os últimos 20 anos. "Tinha oficina e sapataria, mas em 2000, quando fechei o espaço, nem sequer quis saber quanto é que me ficaram a dever. Fechei os livros dos registos e deitei-os fora", revela entristecido.
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23 Abr. 2008 |
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3.ª edição | |
Uma vida à volta das mós |
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"Cada um leva a água para o seu moinho". O provérbio é antigo, quase como o património deixado como herança pelos nossos antepassados e que ainda vai resistindo por esses montes e vales, caracterizando a paisagem. Os moinhos de vento e as azenhas eram o refúgio permanente daqueles a quem competia transformar os cereais em farinha, para fazer um dos bens alimentares mais essenciais: o pão.
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26 Mar. 2008 |
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2.ª edição | |
A arte de fazer barris |
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sob o olhar de uma descendente de tanoeiros
Adelaide é descendente da família Oliveira, mas adoptou o sobrenome de Félix quando casou. É filha e neta de tanoeiros, por isso, cresceu entre aduelas de madeira, arcos de metal, bigornas, plainas e outros utensílios usados numa arte que hoje já só faz parte do campo das memórias.
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27 Fev. 2008 |
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1ª Edição | |
Recordações |
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criam retrato social do Cartaxo a partir dos anos 30
A primeira sessão das Conversas na Taberna, realizada na tarde do dia 30 de Janeiro, na taberna tradicional do Museu Rural e do Vinho do Cartaxo, permitiu criar um retrato social, caracterizador do modus vivendus dos cartaxeiros, desde os anos 30 até à década de 70.
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30 Jan. 2008 |
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» Objectos do Museu
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