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Página Inicial > Informação > Notícias > n_casal branco 2011
2010-11-16

EMPRESAS PODEM INSTALAR-SE NA ZONA DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS DO CASAL BRANCO/PONTÉVEL JÁ EM 2011

• APROVADA VENDA DE LOTES
• INFRAESTRUTURAS BÁSICAS ARRANCAM AINDA EM 2010


Na reunião da Câmara Municipal do Cartaxo, em 16 de Novembro, foi aprovada por unanimidade, a venda de cinco lotes para instalação de empresas na Zona de Actividades Empresariais (ZAE) do Casal Branco, na freguesia de Pontével, que vai criar a médio prazo cerca de 1500 postos de trabalho.

Paulo Caldas, presidente da Câmara Municipal, mostrou aos vereadores a localização dos lotes, explicando que “estes são os cinco lotes que o Município ainda possui e serão vendidos a um preço base de licitação de 15 euros o m2, sendo que a área total de cada lote é de cerca de 2500 m2, perfazendo a globalidade da área de cedência, cerca de 1,25 ha de terreno disponível para indústrias e empresas”.

O autarca afirmou que “as obras de infraestruturas básicas – saneamento, águas, telecomunicações -, terão início antes do final do ano, tal como previsto, de modo a que as empresas possam programar e iniciar a sua instalação no terreno”.

O autarca afirmou que “este é um momento que marca a concretização de um longo processo técnico e burocrático, uma longa luta que a Câmara teve de travar para conseguir agora disponibilizar a empresas e empresários os terrenos que lhes permitirão desenvolver a sua actividade no concelho do Cartaxo, em condições de grande competitividade, quer pela localização estratégica no território nacional, pela qualidade e centralidade das acessibilidades entretanto construídas, e pelas excepcionais condições fiscais oferecidas pelo município”, acrescentando que “a fixação de novas empresas no concelho foi sempre prioridade estratégica dos executivos que liderei e continuará a merecer o máximo esforço do actual executivo”.


Cinco lotes à venda
Os lotes agora à venda têm como condições preferenciais de aquisição, a localização da sede das empresas a instalar na Zona de Actividades Económicas, o facto de se tratarem de empresas não poluentes e de serem empresas utilizadoras de energias renováveis, assim como, o facto de se tratarem de empresas complementares da área agrícola e/ou industrial. É ainda factor preferencial o número de postos de trabalho a criar com a instalação da unidade empresarial.

Para Paulo Caldas explicou que “vai ser privilegiada a criação de empresas que evidenciem preocupação com boas práticas ambientais e que sejam criadoras de postos de trabalho, em detrimento de receita autárquica”.

Na reunião de Câmara foi ainda recordado que a empresa Avipronto detém cerca de 5,2 ha de terreno nesta ZAE e, neste momento, prepara os projectos de execução para apresentação às entidades competentes.

 



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